quarta-feira, 3 de março de 2010

ÓBVIO ULULANTE: POLÍCIA DE DUBAI CONCLUI QUE ISRAEL MATOU LÍDER DO HAMAS

Como Israel se vê e como os outros o vêem

Deu na BBC Brasil que o chefe da polícia de Dubai, Dahi Khalfan Tamim, "pediu ao Ministério Público do país um mandado de prisão do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e do chefe do serviço secreto Mossad, pela morte do líder do Hamas, Mahmud al-Mabhuh".

O motivo foi o assassinato do líder islâmico num quarto de hotel em Dubai, no último dia 20, em operação organizada pelo Mossad, da qual participaram dez homens e uma mulher.


Tamim está "completamente certo de que foi o Mossad". Deus e o mundo, também.


O atentado dos piratas provocou irritação no governo inglês, por causa dos passaportes falsos usados pelos executores istaelenses: seis britânicos, três irlandeses, um francês e um alemão.


É a enésima vez que Israel transgride as normas de convivência civilizada entre os povos, sem que receba punições à altura, nem da ONU, nem de ninguém.


Latino-americano que sou por nascimento e convicção (ao contrário dos tantos cuja real afinidade é com as nações centrais), o episódio que mais me irritou foi o sequestro do carrasco nazista Adolph Eichmann na Argentina, em 1960: desrespeito criminoso e grotesco à soberania de um país-irmão.


Meio século depois, os israelenses continuam encarando os países periféricos como casas da sogra, onde qualquer um entra para fazer o que quiser.

Nenhum comentário: