quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

NOSSA COMUNIDADE

http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=44568089&refresh=1

Não existe um povo sem memória.

Não existe um povo sem memória.

Basta um rápido olhar sobre todos os momentos históricos vividos ao longo desses 508 anos de Brasil para que possamos enxergar breves momentos de verdade e muitos e intensos momentos de História forjada.

Heróis construídos ao sabor de interesses das elites, fatos distorcidos ou escondidos e todo um conjunto de farsas montadas para manter um estado de dominação e irrealidade a que chamam de mundo real.

É o real deles, cercado da opulência obtida no processo de acumulação e dos “colonos”, do lado de fora dos “castelos”, numa típica situação de Idade Média e servidão/escravidão mantidas sob os mais diversos substantivos e adjetivos, agora com o pomposo substantivo democracia.

Os dias atuais impõem um desafio muito maior do que todos os que já vivemos em todo o processo de construção da revolução popular.

É o desafio da Comunicação que, em suma, é o desafio do conhecimento.

Conhecer a História e assim deixarmos de ser um rebanho guiado no modelo político e econômico ditado pelos senhores. É o que resulta no quadro social que vivemos, malgrado melhorias eventuais, produto de lutas que, à falta de informação e formação, acabam sendo pequenas concessões das elites.

Não existe um processo revolucionário se não existir o conhecimento. Se não existir a partir do conhecimento a consciência de si próprio e do todo, do outro, do coletivo.

O projeto é o de resgatar a História e vencer o desafio da Comunicação.

O controle da tecnologia, cada vez mais concentrado, principalmente nos meios de difusão, nos torna prisioneiros de uma forma de verdade absoluta e modelo único, sem alternativa, que nos impõe reagir e romper essas barreiras.

A internet é um caminho. A luta organizada é indispensável, pois dispersos seremos vencidos com facilidade, como temos sido.

O debate, o conhecimento, a organização, a formação, expandindo-se numa espiral de verdade revolucionária é que nos vai tornar fortes e capazes de construirmos o outro mundo possível, moldado numa forma de democracia que tem o viés e o adjetivo popular.

É isso a que nos propomos e esse o nosso desafio.

A História não se faz com mitos. Mas com realidades.

Se começamos a revolver os escombros da ditadura militar é porque esses entulhos ainda pesam sobre nossos ombros e nos desafiam a expor as vísceras desse período de barbárie e violência em toda a nossa História.

Um aspecto de latinidade existe em todos nós e é preciso que percebamos isso.

Tenhamos essa sangue a correr em nossas veias e em nossos corações e mentes o sangue derramado de muitos companheiros na história dessa luta.
Basta um rápido olhar sobre todos os momentos históricos vividos ao longo desses 508 anos de Brasil para que possamos enxergar breves momentos de verdade e muitos e intensos momentos de História forjada.

Heróis construídos ao sabor de interesses das elites, fatos distorcidos ou escondidos e todo um conjunto de farsas montadas para manter um estado de dominação e irrealidade a que chamam de mundo real.

É o real deles, cercado da opulência obtida no processo de acumulação e dos “colonos”, do lado de fora dos “castelos”, numa típica situação de Idade Média e servidão/escravidão mantidas sob os mais diversos substantivos e adjetivos, agora com o pomposo substantivo democracia.

Os dias atuais impõem um desafio muito maior do que todos os que já vivemos em todo o processo de construção da revolução popular.

É o desafio da Comunicação que, em suma, é o desafio do conhecimento.

Conhecer a História e assim deixarmos de ser um rebanho guiado no modelo político e econômico ditado pelos senhores. É o que resulta no quadro social que vivemos, malgrado melhorias eventuais, produto de lutas que, à falta de informação e formação, acabam sendo pequenas concessões das elites.

Não existe um processo revolucionário se não existir o conhecimento. Se não existir a partir do conhecimento a consciência de si próprio e do todo, do outro, do coletivo.

O projeto é o de resgatar a História e vencer o desafio da Comunicação.

O controle da tecnologia, cada vez mais concentrado, principalmente nos meios de difusão, nos torna prisioneiros de uma forma de verdade absoluta e modelo único, sem alternativa, que nos impõe reagir e romper essas barreiras.

A internet é um caminho. A luta organizada é indispensável, pois dispersos seremos vencidos com facilidade, como temos sido.

O debate, o conhecimento, a organização, a formação, expandindo-se numa espiral de verdade revolucionária é que nos vai tornar fortes e capazes de construirmos o outro mundo possível, moldado numa forma de democracia que tem o viés e o adjetivo popular.

É isso a que nos propomos e esse o nosso desafio.

A História não se faz com mitos. Mas com realidades.

Se começamos a revolver os escombros da ditadura militar é porque esses entulhos ainda pesam sobre nossos ombros e nos desafiam a expor as vísceras desse período de barbárie e violência em toda a nossa História.

Um aspecto de latinidade existe em todos nós e é preciso que percebamos isso.

Tenhamos essa sangue a correr em nossas veias e em nossos corações e mentes o sangue derramado de muitos companheiros na história dessa luta.
Laerte Braga.